sexta-feira, 4 de julho de 2014

FIFA FOUL PLAY.

Com a farsa do jogo limpo (Fair Play) a FIFA esconde, com uma facilidade que impressiona, o seu jogo sujo (Foul Play). Além dos famosos, tradicionais e comuns escândalos de corrupção na entidade como a compra de votos para a eleição do presidente Joseph Blatter e, também, da compra de votos dos membros do comitê executivo da entidade para que votem num país específico para sediar uma copa 1 2 3 4 5 ], tem um mais incrível, de fato, INACREDITÁVEL. Se trata de um Crime contra a Humanidade. Se você acha que os 4 trabalhadores mortos na Africa do Sul ou os 13 mortos no Brasil (incluso um no Arena Palmeiras e outro no Arena Grêmio durante o mesmo período) é um absurdo, inadmissível, imagine o seguinte número:

1.200 - UM MIL E DUZENTOS

Esta é a quantidade, até agora, de trabalhadores mortos nas obras para a copa de 2.022 no Catar e pasmem, a previsão das organizações não governamentais é de que, até o início da copa, ainda morram mais 2.600.

Pessoas não alienadas pela mídia burguesa protestam em frente a sede da FIFA.

A mídia burguesa está, malandramente, dizendo que os 4 e os 13 mortos nas últimas duas copas foram uma fatalidade. Agora, o que vão dizer de 1.200 mortos? Isso não tem como chamar de fatalidade e nem tragédia, isso é assassinato, Crime contra a Humanidade. A FIFA deveria, a cada vez que morresse um trabalhador, exigir contratualmente que o país sede sustente economicamente os familiares da vítima durante 100 anos, por exemplo. Agora, quando morresse mais de 10, o país perderia automaticamente o direito de sediar a copa. Quando chega-se ao número de 1.200 temos o crime de conivência.


Prisão Perpétua.

A justiça tem que incriminar o presidente da FIFA por Crimes contra a Humanidade e coloca-lo na cadeia, prisão perpétua.

Os crimes a seguir: colocar os trabalhadores, que são, na maioria, do Nepal, da Índia e do Paquistão, em situação de humilhação, jornadas diárias de mais de 12 horas, retendo seus passaportes e salários e tratando-os como escravos, tendo que pagarem para trabalhar, outros já chegam de seus países devendo dinheiro da viajem, muitos cometendo até suicídio diante de tanta tristeza, passam até despercebidos diante de tantas mortes.

Fontes: 1 2 3

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