quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Rede Globo mostra a bunda da Paolla Oliveira.

A televisão é uma ferramenta sagrada de comunicação com o povo, tendo como principal objetivo: informar, educar e prestar serviço. Mas a televisão tem, também, o poder de invadir, doutrinar e controlar a mente das pessoas, impondo, inclusive, pensamentos, desejos e influindo até no comportamento delas. A sutileza para confundir e distrair o povo dos assuntos que realmente interessam: convocar, incentivar e apoiar, por exemplo, o povo a cobrar, na câmara dos deputados e na prefeitura de sua cidade: moradia, saúde, educação, emprego e lazer, impressiona, ao ponto de, no caso, enganar o povo com algo que, simplesmente, não existe na vida real: a divertida, feliz e prazerosa vida de uma prostituta, verdadeira apologia à prostituição, atividade tão degradante e altamente perigosa para as mulheres: violência, drogas, doenças e assassinato. O que está em questão aqui não é a cena em si, seja de nudismo ou não, seja de sexo ou pornográfica, a questão é para que e o por que da Rede Globo mostrar essas coisas, inclui-se, aqui, outras bobagens como: Caldeirão do Hulk, Domingão do Faustão, BBB e tantos outros programas idiotas e inúteis para o crescimento humano da sociedade. Leia sobre as formas de manipulação da mídia clicando aqui e vá direto ao vídeo intitulado "Globo divulga nova droga de forma subliminar" e a reportagem intitulada "A religião como forma de controle das massas" onde a Rede Globo esconde a verdade dos fatos, veja outro exemplo de como é fácil para a Rede Globo manipular o povo clicando aqui e leia sobre o direito à revolução clicando aqui.


Poderia-se discutir sobre a bunda da Paolla Oliveira, mas por que logo a dela e não a de tantas outras bundas tão maravilhosas quanto a dela? Bundas que podem ser vistas e admiradas na internet ou, melhor ainda, ao vivo, na praia ou numa piscina de um clube, por exemplo. Nu completo, frente e verso, em vídeos de tirar o fôlego em infinitos sites na internet, sem falar nos vídeos pornográficos. Então, qual é o feitiço, a mágica, a magia que a televisão tem de se impor com tamanha força e poder de persuasão sobre a mente das pessoas que a internet, por exemplo, não tem? Por que, com o surgimento da internet, a televisão não acabou, não faliu e nem, sequer, perdeu a sua força? Pois a internet dá a liberdade das pessoas fazerem a sua própria programação. Mais importante que tudo isso, a pergunta é a seguinte: e se a cena da Paolla Oliveira fosse em qualquer outro canal que não a Rede Globo, teria tido a mesma repercussão? A resposta é não. Mas qual é o segredo da Rede Globo? Com o que foi exposto até aqui, chega-se a uma conclusão impressionante: não tem, absolutamente, NADA a ver com a bunda da Paolla Oliveira e, sim, com a Rede Globo, ou seja, não importa a bunda nem a quem ela pertence, poderia ter sido qualquer outra atriz que repercutiria do mesmo jeito, desde que, fosse na Rede Globo.


Analise a foto acima e reflita porque as pessoas perdem tempo vendo a bunda da Paolla Oliveira de calcinha tendo infinitas bundas muito mais maravilhosas e o que é melhor: sem calcinha, em fotos e vídeos super picantes na internet.

Assim como a Rede Globo domina a televisão, a Playboy domina o seguimento de revistas masculinas. Essa liderança tem a ver, lá atrás, com o início de tudo, de quem foi mais esperto e soube aproveitar a oportunidade e investiu num mercado ainda pouco, mal e/ou não explorado. Outros exemplos: depois que você doutrina as pessoas e o mundo com uma plataforma interativa como o "Windows" e a dissemina mundo afora, permitindo, propositadamente, uma ajuda esperta da "pirataria" (o prejuízo é coberto pelo monopólio internacional, como a venda casada de computadores com o Windows), as pessoas, dificilmente, irão atrás de outro produto, pois caiu no gosto popular. Mesmo a poderosa concorrência tendo uma gama de produtos e modelos bem mais ampla e diversificada, o iPhone sobrevive do passado, da tradição. Foram precisos quase 40 anos para que alguma montadora de automóveis, finalmente, ultrapassasse a Volkswagen em vendas no Brasil, no caso, a FIAT, de fato, desde então, as duas estão sempre trocando de posição na liderança [ 1 ]. Os carros da Volkswagen não são melhores e nem piores do que os dos concorrentes, mas tem mais tradição e maior rede de concessionárias e só isso já basta. Por isso, será muito difícil que, algum dia, os carros chineses conquistem o mercado brasileiro, mesmo que tenham um produto da mesma qualidade ou melhor, pois teriam que gastar muita grana até terem a mesma quantidade de concessionárias e, além disso, teriam que vender bem mais barato do que já vendem para encorajar alguém a comprar, ou seja, operar durante anos, talvez décadas, no prejuízo, além do que, isso é crime, lei do Dumping [ 1 ], sem falar na dificuldade de encontrar peças de reposição e mecânicos que conheçam o motor, por exemplo. Com a Rede Globo é a mesma coisa, no sentido de ter mais tradição e ter a maior rede de retransmissoras de seu sinal. A Playboy também, tem tradição e é distribuída em todo o Brasil a muito mais tempo quando as outras nem existiam ainda. Seria, talvez, aquela história do "vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais"? Não, nem um, nem outro, é a tradição, ou seja, qual marca vem na cabeça das pessoas, qual elas lembram quando pensam em um determinado produto. A Playboy entrou na jogada com a força, entenda grana, da editora Abril, então, a revista pagava melhor para as mulheres que saíssem peladas nas suas páginas, consequentemente, as modelos e atrizes famosas queriam sair na Playboy, maior visibilidade igual a mais grana, por sua vez, os empresários queriam anunciar suas marcas nessa revista de maior circulação e, portanto, maior alcance de pessoas, entenda clientes e, assim, uma coisa foi puxando a outra. A Rede Globo foi a mesma coisa, tinha mais grana, então, conseguia contratar os melhores profissionais, comprar os melhores equipamentos e, assim, fazer as melhores produções e por aí vai. Esqueça essa bobagem de que é por causa do "padrão Globo de qualidade", se fosse assim, o Chaves e os Mamonas Assassinas não fariam sucesso, o caso deles é o mesmo, foram os primeiros a explorar um seguimento não explorado e, até hoje, os únicos.


Cinquenta Tons de Cinza

Há outras formas de conectar as pessoas num ponto em comum afim de disseminar (entenda sempre que tudo gira em torno do lucro, de ganhar dinheiro, grana) um sentimento, ideia ou produto sem precisar passar por todo o processo que os exemplos acima passaram e que demandaram muito tempo e dinheiro investido, porém, elas precisam contar com uma boa dose de sorte e estarem no lugar certo, na hora certa e com o sentimento, ideia ou produto certo. Alguns exemplos que alcançaram isso foram: Psy (Cantor Sul Coreano), Harry Potter e Cinquenta Tons de Cinza (esses dois últimos são livros que viraram filmes sucesso de bilheteria) que caíram no gosto popular e contaram com uma fundamental ajuda da mídia internacional para disseminar essas porcarias. Todos os exemplos tem algo em comum, foram os primeiros a explorarem tal sentimento, ideia ou produto. Com relação ao filme sucesso de bilheteria "Cinquenta Tons de Cinza", desde que surgiu banca de jornal existe revistas de contos eróticos com histórias muito mais picantes, interessantes, bem melhores elaboradas, além de deliciosas e incontáveis histórias reais enviadas pelos (as) leitores (as), principalmente, agora com internet, isso é o que mais tem. Esse filme é uma ficção com uma historinha muito medíocre e sem graça, um besteirol de muito mal gosto, algo irreal para a maioria dos pobres (nos dois sentidos da palavra) mortais. A uma infinidade de contos eróticos na internet e o que é melhor: são reais, além de muitos filmes eróticos gravados por casais que expõem suas fantasias na internet para todo mundo ver. Então, o que explica esse interesse por este filme? Conexão.


Mediocridade com a cara da sociedade capitalista.

O livro, o filme e sua divulgação pela grande mídia possibilitaram que as mulheres pudessem ir na livraria comprar o livro, no cinema ver o filme e comentassem com as pessoas no salão de beleza, no trabalho, entre familiares, sem o tabu de serem rotuladas de pervertidas, promíscuas ou putas, é como se a mídia tivesse dado um "OK", "esse nós autorizamos", ou seja, é a mídia que diz o que pode e o que não pode, o que é certo e o que é errado, o que o povo deve fazer, que caminho seguir e o que pensar. Quando há as passeatas do Orgulho Gay ou a Marcha das Vadias são momentos em que esses grupos podem se conhecer, trocar idéias e o mais importante: saberem que existe pessoas como eles, que pensam do mesmo jeito, ou seja, não estão sozinhos no mundo. O filme tem o mesmo efeito para as mulheres: possibilita que elas falem abertamente com outras pessoas sobre suas fantasias ou, pelo menos, das fantasias dos personagens do filme sem a preocupação de serem rotuladas, diferentemente, se ela simplesmente falasse, para uma colega de trabalho, de alguma safadeza que somente ela viu na internet. Detalhe importante foi a inteligência comercial e mercadológica e a malandragem da escritora do livro e da diretora do flime para manipularem a história fazendo com que a personagem sempre fosse a responsável, a dona da decisão final do que o personagem poderia ou não fazer com ela, além de mostrar o personagem como uma pessoa "preocupada" em sempre ouvir e acatar as opiniões dela, de tal forma, a evitarem, no caso do livro, atos que caracterizassem violência contra a mulher que poderiam ser criminalizados pela crítica e que provocassem atos e manifestações que levassem a censura do livro (mesmo assim houve muita controvérsia) e evitando, também, uma censura de 18 anos (ficou em 16 anos no Brasil) no caso do filme, que prejudicaria seu lucro, conseguindo, assim, atingir uma parcela considerável de adolescentes. Exemplificando melhor, crie no seu imaginário o que o personagem fazia com as mulheres anteriores que ele conheceu e que topavam tudo com todos aqueles "brinquedos" de masoquismo porque elas gostavam de apanhar. Poderia ser mostrado no filme? Não. Um perfeito jogo de manipulação com uma excelente assessoria jurídica.


Por que a mulherada não gostou do filme, só do livro?

Porque a putaria que tem no livro não foi toda mostrada no filme, mesmo porque, como já foi dito aqui, teria uma censura de 18 anos, seria classificado como pornográfico e, o que é mais importante, seria boicotado pela mídia e, portanto, não ganharia a grana que está ganhando e, assim, a mulherada teria assistido. Se dependesse da mulherada, o filme tinha que mostrar tudo que o livro contou, por exemplo: ela chupando o pinto dele, engolindo a porra e se deliciando com o seu sabor escorrendo quente por sua garganta (está escrito com essas palavras no livro).

Um tabu da sociedade é não admitir que as mulheres são todas safadas e gostam de homens desqualificados, desclassificados, cafajeste e marginais e que, como Nélson Rodrigues disse: "Nem toda mulher gosta de apanhar. Só as normais. As neuróticas reagem." [ 1O "maníaco do parque", como ficou conhecido o motobói Francisco de Assis Pereira, que violentou 15 moças: mordendo, estrangulando e assassinando seis delas, recebeu, na cadeia, mais de 1.000 cartas de mulheres interessadas nele. Ele ganhou cuecas de presente e recebeu vários pedidos de namoro e casamento. Jussara, atualmente sua mulher, é formada em geografia e história. [ 1 2 ]


Igualdade de Gênero

O importante nessa história toda é que a mulher não é um ser perfeito e nem é a "virgem maria" (poucos sabem mas ela perdeu a virgindade e teve VÁRIOS filhos [ 1 2 ]) e é totalmente injusto e discriminatório cobrar isso delas, quanto mais, dizer que ela tem o dom divino de gerar um milagre: o milagre da vida, tudo isso é papo furado para tentar "controlar" o ser animal necessitado por sexo que a dentro delas. Assim como o homem tem o direito, por exemplo, de ser cafajeste e cometer erros, a mulher tem o direito de ser puta e, também, cometer erros, claro que ambos vão pagar pelos erros que cometerem, mas em pé de igualdade e não a mulher ser discriminada pela sociedade por ser mulher. O problema é o preconceito contra a mulher, até mesmo nessas palavras onde cafajeste passou a ser elogio e puta um insulto, porém, ser puta é ser dona dos seus desejos, das vontades do seu corpo, ou seja, dona do seu nariz.

Fantasias Eróticas

O filme "The Cuckold", de 2.009, é um drama que foi boicotado pela grande mídia e, assim como "Cinquenta Tons de Cinza", poderia ter atingido um grande sucesso de bilheteria caso tivesse tido o mesmo apoio da mídia internacional. O problema foi que o tema abordado no filme é tabu, complexo e difícil de, AINDA, ser aceito até mesmo pelas elites que controlam a mídia, ao contrário do sadomasoquismo, que, de certo modo, passa pela mente das pessoas como uma brincadeira picante. The Cuckold aborta o desejo de um casal de brancos em ver a parceira com um homem negro. O filme segue o mesmo padrão do "Cinquenta Tons de Cinza" tendo um roteiro artístico equilibrado, sem cenas pornográficas nem de nu total que poderiam desqualifica-lo como obra artística e leva-lo a ter uma censura de 18 anos lançando-o na prateleira do esquecimento dos filmes pornográficos. A mídia vai derrubando tabus, preconceitos e dogmas aos poucos, estimulando a curiosidade no povo com o único objetivo de aumentar o lucro, no caso desse filme seria, na visão da censura ideológica da mídia, "um passo maior que a perna". Há muitas casas noturnas no Brasil especializadas em "Swing", onde os casais vão lá para trocar de parceiros, há um bairro em Moema na cidade de São Paulo com mais de dez casas desse segmento, esse é outro tema polêmico boicotado pela grande mídia. O importante nisso tudo é que, quando a mídia quer, ela faz o que quer com o povo afim de lucrar mais e mais.



Toda essa putaria na qual a mídia está mergulhando a sociedade (vale acrescentar aqui a apologia às drogas, movimentos pela legalização das drogas, filmes abordando usuários de drogas e traficantes inclusive como pessoas divertidas e felizes [ 1 ]) vem acompanhada de um movimento contrário, pois, a toda ação, há uma reação, que é a explosão de igrejas capitalistas, altamente lucrativas, por tudo que é lugar para onde se olha. Toda essa instabilidade e ignorância social faz com que as pessoas coerentes, de bem, equilibradas e alheias a todas essas porcarias alienantes sintam falta de uma sociedade descente, ética e fraterna, onde NADA desses extremos existam.

Dança típica norte coreana é realizada durante todo ano em datas comemorativas.

Se você achou brega e sem graça é porque sua mente não é mais sua e sim da mídia.

Quem se importa com a bunda da Paolla Oliveira?

Voltando a bunda da Paolla Oliveira, assista o vídeo impróprio para menores de 18 anos (conteúdo erótico) clicando aqui e se pergunte o que a cena da bunda da atriz tem que chamou tanta atenção dos homens (e inveja das mulheres) que esse vídeo não tem? A resposta é conexão. Globo controlando você. Tudo a ver. Alguns pontos a serem comparados entre o vídeo erótico e a mini-série da prostituta interpretada pela Paolla Oliveira:

Será que o vídeo erótico não faz sucesso por causa que a atriz não é famosa, linda e gostosa como a Paolla Oliveira? Ou será por que a Paolla Oliveira interpreta (finge, engana) melhor? Ou por que o vídeo não foi feito com o "padrão globo de qualidade"? Não é nada disso, é claro. O segredo está na conexão de décadas que a Globo construiu com a sociedade brasileira.

Ao contrário do que a lei e a sociedade hipócrita classifica de impróprio para determinadas idades para proteger as crianças e adolescentes que estão ainda formando a sua índole, o seu caráter e os valores de vida, os programas da Globo, como esta mini-série, estão aí destruindo a sociedade, neste exemplo específico, algumas meninas interpretarão que a vida de prostituta pode ser legal, divertida e rentável, enquanto que esse inocente vídeo de uma garota sozinha se curtindo não poderia ser televisionado. Veja bem, é muito importante que, quanto mais retardada e débil mental a mídia deixar a sociedade, menos dor de cabeça (revolução popular) ela trará para os interesses (grana) da burguesia.

Com relação à internet não ter conseguido, até hoje, acabar com a Rede Globo, tem que se analisar o alcance que ambas tem. Primeiro que a internet ainda não é uma unanimidade, muitos brasileiros ainda não tem acesso, segundo que todo mundo tem um televisor. As pessoas, quando se encontram, querem conversar, mas sobre o que? Sobre algo que elas viram em comum. Não seria ótimo se elas pudessem discutir sobre algo que assistiram na noite anterior sem, nem sequer, estarem juntas, cada uma estava na sua casa com sua família, dando uma sensação de terem assistido juntas a mesma coisa, no mesmo sofá? Aqui está o problema da internet, por ser muito ampla, cada um vê, certamente, algo totalmente diferente do que a outra viu, mas, com certeza, a maioria assiste a Rede Globo. Num papo entre amigos, um comenta que leu um site que falava de sucos naturais, o outro fala que viu uma reportagem, num canal de animais, que ele nem lembra o nome, sobre o urso polar, mas, a maioria vai comentar sobre o capítulo da novela das oito ou sobre uma reportagem no jornal nacional ou sobre o jogo de futebol, o que induz, inconscientemente, a que todos vejam o mesmo canal: a Rede Globo, nem que seja para falar mal do Galvão Bueno. Imagina só, todos falando da entrevista que a Dilma concedeu ao Willian Bonner e só você não viu porque estava assistindo a Record ou navegando na internet ou, então, todos falando das fotos da atriz da novela da Globo que saiu na Playboy e você não viu porque prefere ver as desconhecidas da internet. Isso demonstra a necessidade das pessoas estarem, de alguma forma, conectadas entre si. Uma prova disso tudo é o sucesso do whatsapp. Portanto, não foi a Paolla Oliveira que quis mostrar sua bunda na Rede Globo e, sim, foi a Rede Globo que quis mostrar a bunda da Paolla Oliveira, pois, mulheres querendo mostrar sua bunda na Rede Globo tem muitas, mas a repercussão e a projeção profissional que a Rede Globo trás para as atrizes, nenhuma outra consegue. Isso prova o porque da bunda da Paolla Oliveira ter sido tão comentada nas últimas semanas [ 1 ] do que outras tantas bundas que tem pela internet e nunca fizeram sucesso. Pelo fato da grande maioria das pessoas terem visto algo em comum, alguém que todas elas conhecem, tal como uma fofoca num bairro qualquer a respeito da filha indecente do vizinho que vive aprontando, uma prostituta da vida real tem seu anonimato mais protegido e mais privacidade do que a atriz Paolla Oliveira. A prostituta poucos conhecem, agora, a atriz Paolla Oliveira é, assim como a Rede Globo, um elo de ligação, uma conexão entre as pessoas, algo que elas podem compartilhar e comentar entre si. Globo controlando você, tudo a ver.

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